sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Brasão Familia Macário


Descobri que meu sobrenome é de origem Grega, é que significa "Bem Aventurado".



Adorei...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Conselho de Elder M. Russell Ballard



Que possamos realizar esse trabalho.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Bênçãos Decorrentes da Leitura do Livro de Mórmon




Agora cabe a nós estudar o Livro de Mórmon, aprender seus princípios e aplicá-los em nossa vida.

Élder L. Tom Perry
Espero ansiosamente a chegada dessa revista maravilhosa, A Liahona, todos os meses. Ela me fortalece com as mensagens da Primeira Presidência que são incluídas na edição de cada mês. A Liahona e a Ensign de agosto trouxeram o desafio do Presidente Hinckley de que lêssemos ou relêssemos o Livro de Mórmon antes do final do ano.

Por que o Presidente Hinckley acredita que a leitura do Livro de Mórmon será tão benéfica para cada um de nós? Ele declarou:

“Seu apelo é tão eterno quanto a verdade, tão universal quanto a espécie humana. É o único livro que contém a promessa de que, pelo poder divino, o leitor pode conhecer com certeza a sua veracidade.

Sua origem é miraculosa; quando é ouvida pela primeira vez, parece inacreditável. Mas o livro existe, é palpável e pode ser manuseado e lido. Ninguém pode negar sua presença. (…)

Nenhum outro testamento escrito ilustra tão claramente o fato de que, quando os homens e as nações temem a Deus e obedecem a Seus mandamentos, prosperam e se desenvolvem; mas, quando Lhe dão as costas e não atendem à Sua palavra, vem a decadência que, a menos que seja sustada pela retidão, conduz à fraqueza e à morte.” (“Um Testemunho Vibrante e Verdadeiro”, A Liahona, agosto de 2005, pp. 4–5)

Por que a leitura do Livro de Mórmon é tão importante para nós hoje? Porque os principais autores do Livro de Mórmon sabiam plenamente que seus escritos se dirigiam principalmente às pessoas de uma geração futura, e não às pessoas da própria geração deles. Morôni escreveu para nossa geração: “Eu vos falo como se estivésseis presentes”. (Mórmon 8:35) O profeta Néfi declarou:

“Portanto, por causa disto prometeu-me o Senhor Deus que estas coisas que escrevo serão guardadas e preservadas e passadas a meus descendentes, de geração em geração, para que seja cumprida a promessa feita a José de que seus descendentes jamais pereceriam enquanto a Terra durasse” (2 Néfi 25:21).

O Livro de Mórmon é uma voz de advertência para esta geração. Vejam como ele descreve vividamente as condições existentes na Terra hoje:

“E ninguém precisa dizer que [estes registros] não virão, porque seguramente virão, pois o Senhor o disse; porque da terra hão de sair pela mão do Senhor e ninguém pode impedir; e acontecerá num dia em que se dirá haverem cessado os milagres; e será como se alguém falasse dentre os mortos.

E acontecerá num dia em que o sangue dos santos clamará ao Senhor por causa de combinações secretas e obras de trevas.

Sim, acontecerá num dia em que o poder de Deus será negado e que igrejas serão corrompidas e encher-se-ão de orgulho em seu coração; sim, num dia em que chefes de igrejas e mestres se tornarão orgulhosos em seu coração, chegando a invejar aqueles que pertençam a suas igrejas.

Sim, acontecerá num dia em que se ouvirá falar de incêndios e tempestades e vapores de fumaça em terras estrangeiras;

E também se ouvirá falar de guerras, rumores de guerra e terremotos em diversos lugares.

Sim, acontecerá num dia em que haverá grandes contaminações sobre a face da Terra; haverá homicídios e roubos e mentiras e embustes e libertinagens e toda sorte de abominações; num dia em que haverá muitos que dirão: Fazei isto ou fazei aquilo, não importa, porque no último dia o Senhor sustentará aquele que assim fizer. Mas ai desses, porque se acham no fel da amargura e nos laços da iniqüidade!” (Mórmon 8:26–31)

O Presidente Ezra Taft Benson reafirmou que o Livro de Mórmon é de especial valor para nossa época quando disse:

“O Livro de Mórmon foi escrito para nossos dias. Deus é o autor do livro. É o registro de um povo decaído, compilado por homens inspirados para abençoar-nos nos dias de hoje. Aquelas pessoas nunca tiveram o livro — ele foi escrito para nós. Mórmon, o antigo profeta cujo nome foi dado ao livro, resumiu séculos de registros. Deus, que conhece o fim desde o princípio, disse-lhe o que deveria ser incluído nesse resumo e que ele nos seria necessário em nossos dias” (“The Book of Mormon Is the Word of God, Ensign, maio de 1975, p. 63).

Quantas vezes lemos o registro como se fosse a história de um povo decaído, deixando de lembrar que ele foi compilado por profetas inspirados com o propósito de ajudar-nos a achegar-nos a Cristo? Os principais autores do Livro de Mórmon não tinham, de modo algum, a intenção de que ele fosse um livro de história. De fato, Jacó disse que seu irmão Néfi lhe ordenou que “não tratasse, a não ser ligeiramente, da história deste povo” (Jacó 1:2).

Toda vez que lemos o livro devemos perguntar-nos: “Por que esses autores escolheram estas histórias ou eventos específicos para incluir nos registros? Qual é o valor dessas coisas para nós hoje em dia?”

Entre as lições que aprendemos no Livro de Mórmon estão as causas e as conseqüências da guerra e em que condições ela é justificada. Ele narra os males e perigos das combinações secretas que são criadas para obter poder e lucro à custa das pessoas. Fala da realidade de Satanás e indica alguns dos métodos usados por ele. Adverte-nos em relação ao uso adequado das riquezas. Transmite-nos verdades claras e preciosas do evangelho e a realidade da divindade de Jesus Cristo e Seu sacrifício expiatório por toda a humanidade. Informa-nos da coligação da casa de Israel nos últimos dias. Conta-nos o propósito e os princípios do trabalho missionário. Admoesta-nos contra o orgulho, a indiferença, a procrastinação, os perigos das tradições falsas, da hipocrisia e da falta de castidade.

Agora cabe a nós estudar o Livro de Mórmon, aprender seus princípios e aplicá-los em nossa vida.

O Livro de Mórmon começa com uma história grandiosa sobre como é importante que as famílias tenham e usem as escrituras. Leí, que era profeta e pai, foi avisado de que havia pessoas que procuravam tirar-lhe a vida por causa das declarações que fez sobre as iniqüidades delas e foi instruído a fugir com sua família.

“E aconteceu que ele partiu para o deserto. E deixou sua casa e a terra de sua herança e seu ouro e sua prata e suas coisas preciosas; e nada levou consigo, a não ser sua família e provisões e tendas; e partiu para o deserto” (1 Néfi 2:4).

Depois de viajar por certa distância, Leí teve um sonho no qual o Senhor lhe disse que eles não deveriam prosseguir em sua viagem sem voltar para Jerusalém e obter o registro de seus pais que estava gravado em placas de latão. Essas placas também continham as palavras dos profetas e os mandamentos do Senhor. Os quatro filhos de Leí receberam o encargo de fazer a viagem de volta para obter o registro.

Ao chegarem a Jerusalém, tiraram a sorte para decidir quem iria até a casa de Labão para pedir as placas de latão. A sorte caiu sobre Lamã. Ele foi até Labão, “e eis que Labão se irou e expulsou-o de sua presença; e recusou-se a dar-lhe os registros. Portanto, disse-lhe: Eis que tu és um ladrão e vou matar-te” (1 Néfi 3:13). Lamã escapou com vida, mas sem as placas de latão.

Uma coisa que me chamou a atenção nessa primeira tentativa foi que os irmãos aparentemente não tinham um bom plano de ação. Isso nos ensina uma importante lição que podemos aplicar a nosso estudo das escrituras. Demonstremos nosso compromisso de ler o Livro de Mórmon utilizando um plano específico em nosso estudo.

Em seu artigo publicado na Ensign e A Liahona, o Presidente Hinckley disse: “Aos membros da Igreja em todo o mundo e a nossos amigos em toda parte lanço o desafio de ler ou reler o Livro de Mórmon”. Depois, ele sugeriu um plano para vencermos o desafio: “Se lerem um pouco mais que um capítulo e meio por dia, conseguirão terminar o livro antes do fim deste ano”. (A Liahona, agosto de 2005, p. 6) Agosto e setembro já se passaram. De acordo com o plano do Presidente Hinckley, deveríamos agora estar lendo o Livro de Alma — em algum lugar entre os capítulos 4 e 12. Vocês estão com a programação adiantada ou atrasada?

Quando a primeira tentativa de conseguir as placas fracassou, os irmãos de Néfi quiseram desistir e voltar para sua família, no deserto. Mas Néfi os encorajou a continuar tentando e propôs outra abordagem para obterem o registro: “Sejamos, portanto, fiéis aos mandamentos do Senhor; desçamos, pois, à terra da herança de nosso pai, porque ele deixou ouro e prata e toda espécie de riquezas. E tudo isso ele fez por causa dos mandamentos do Senhor. (…)

E aconteceu que entramos na casa de Labão e pedimos-lhe que nos entregasse os registros (…), pelos quais lhe daríamos nosso ouro e nossa prata e todas as nossas coisas preciosas” (1 Néfi 3:16, 24).

O exemplo de Néfi nos ensina que a bênção das escrituras é muito mais valiosa do que as propriedades ou qualquer outra coisa deste mundo. A busca pelas coisas do mundo pode, às vezes, dar-nos prazeres momentâneos, mas não a alegria e a felicidade eternas. Quando buscamos as coisas do Espírito, a recompensa será eterna e nos proporcionará a satisfação que buscamos nesta vida mortal.

O Presidente Hinckley incentivou-nos a ler o Livro de Mórmon para elevar-nos acima das coisas do mundo, para desfrutarmos as coisas do Senhor. Ele disse: “Prometo-lhes sem reservas que, se seguirem esse programa simples, não importando quantas vezes tiverem lido o Livro de Mórmon antes, haverá em sua vida e em sua casa mais do Espírito do Senhor, uma determinação mais firme de obedecer a Seus mandamentos e um testemunho mais forte da realidade viva do Filho de Deus” (A Liahona, agosto de 2005, p. 6). Essas bênçãos são muito mais valiosas do que as posses materiais.

Quando Néfi e seus irmãos ofereceram suas riquezas em troca das placas de latão, Labão roubou-lhes as propriedades e tentou tirar-lhes a vida. Muito desanimados depois de outra tentativa frustrada, Lamã e Lemuel novamente quiseram desistir daquela que consideravam ser uma tarefa impossível de ser cumprida. Néfi, porém, tinha a determinação inabalável de obedecer ao mandamento do Senhor. Ele argumentou com seus irmãos, dizendo: “Subamos novamente a Jerusalém e sejamos fiéis aos mandamentos do Senhor; pois eis que ele é mais poderoso que toda a terra. Por que, então, não há de ser mais poderoso que Labão e seus cinqüenta, sim, ou mesmo suas dezenas de milhares?” (1 Néfi 4:1)

Ao abordarem a designação com fé no Senhor, conseguiram o resultado desejado. Quando Néfi foi buscar os registros, conduzido pelo Espírito, Labão foi entregue em suas mãos. Por meio de sua fé e obediência, Néfi garantiu para si mesmo e para sua família as bênçãos de possuir as escrituras. Com as placas em mãos, Néfi e os irmãos puderam voltar para seu pai, no deserto, e continuar sua jornada.

Se aceitarmos o desafio do Presidente Hinckley com fé, temos a promessa segura de nosso profeta de que seremos abençoados por estudar o Livro de Mórmon. Descobriremos, tal como Néfi e sua família descobriram, que as escrituras são “de grande valor” para nós. (1 Néfi 5:21) Também podemos receber a bênção que Morôni prometeu ao encerrar seus escritos no Livro de Mórmon:

“Sim, vinde a Cristo, sede aperfeiçoados nele e negai-vos a toda iniqüidade; e se vos negardes a toda iniqüidade e amardes a Deus com todo o vosso poder, mente e força, então sua graça vos será suficiente; e por sua graça podeis ser perfeitos em Cristo; e se pela graça de Deus fordes perfeitos em Cristo, não podereis, de modo algum, negar o poder de Deus” (Morôni 10:32).

Este é o ano em que celebramos o bicentenário do nascimento do Profeta Joseph Smith. O Livro de Mórmon fornece a evidência convincente do ministério do Profeta Joseph e da Restauração da Igreja de Jesus Cristo. O Presidente Hinckley, na última Conferência Geral, em abril, disse o seguinte a respeito do Livro de Mórmon: “Ele é algo tangível, que pode ser manuseado, que pode ser lido, que pode ser testado (…) Acredito que todo o mundo cristão devesse estender a mão, recebê-lo e abraçá-lo como um vibrante testemunho. Ele representa mais uma grande contribuição fundamental que veio como revelação ao Profeta [Joseph]” (“As Grandes Coisas Que Deus Revelou”, A Liahona, maio de 2005, p. 82).

Oro para que cada um de nós leia o Livro de Mórmon até o fim do ano em resposta ao desafio de nosso atual profeta, Gordon B. Hinckley, a fim de homenagear o profeta da Restauração, Joseph Smith. Que tenhamos um plano e o sigamos com fé, a fim de experimentar e ficar repletos daquilo que é de valor infinito e eterno, sim, a palavra de Deus encontrada no Livro de Mórmon. Essa é minha humilde oração, em nome de Jesus Cristo. Amém.

sábado, 30 de maio de 2009

Meu poema...


Meia Idade

Minha forte e amada
Com seus lindos postais
Terra que na mocidade não vi,
Mais na meia idade conheci.
E com sorriso me receberam.

Que partiu ao meio meu coração,
Com ponte metálica, e margem
Esquerda do lindo Acaraú.
Sei de uma coisa, o Cristo Redentor
Jamais terá o mesmo brilho.

E agora em coro canto de novo,
“Cidade Maravilhosa cheia de tatos Mil”,
Mais para terminar este conto tenho que
Dizer que a saudade aperta e a distância
Castiga um coração dividido.

Oswaldo Lopes Macario
Autor

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Águas de Março


É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma ponta é um ponto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

Música de um de Meus artistas preferidos, a quem dizem "abelhinha" que foi plagio de outra música, mais para mim ele é quem eternizou ao lado de Elis Regina.

Espero que possa ser um grande incentivo para nova geração que tem acompanhado este Blog que possam ouvir Bossa Nova.

Hoje é um novo dia? Relatividade do tempo...


Conceptualmente, e de acordo com o Dicionário Houaiss pode-se entender «tempo» como a "duração relativa das coisas que cria no ser humano a ideia de presente, passado e futuro".

Segundo Stephen Hawking em "A Brief History of Time", a noção de tempo evoluiu, ou seja, deixou de ser entendido de forma absoluta e passou a ser interpretado em termos relativos.
Diz Hawking que "até ao inicio do século XX as pessoas acreditavam num tempo absoluto. Cada acontecimento podia ser rotulado por um número designado «tempo» de uma maneira única e todos os relógios mediriam o mesmo intervalo de tempo entre dois acontecimentos. Contudo, a descoberta de que a velocidade da luz é a mesma para todos os observadores, conduziu à teoria da relatividade (...). Cada observador tem a sua própria medida de tempo, registada pelo seu relógio: relógios diferentes não coincidem necessariamente uns com os outros. Deste modo, o tempo tornou-se um conceito mais pessoal, relativo ao observador que o mede".

Ou seja, o tempo é agora entendido como uma quantidade dinâmica, em que a cada partícula individual, ou planeta, corresponde uma medida própria de tempo, dependente do local e do modo como esse local se move.

Por esse motivo fica dificio calcular de verdade o tempo. Sabemos de verdade quanto vale um minuto?. Vi um comercial outro dia que dizia que um minuto para um individuo que não esta fazendo nada, não vale muito, mais se você segurar uma chaleira quente, fara grande diferença.

Hoje a alguns amigos que gostaria de mencionar que fizeram com que meu tempo se tornase bem significativo, não é uma lista cronologica, nem muito menos de importância, mais de grandes amigos que sinto falta.

Se você não foi mencionado não fique triste é que no momento essas são as pessoas.

Ai vai:

Vaguiner Hernandes
Wolp Alex
Paula Shevia
Edna Nunes
Fabinho
Folvi Liz
Marilia Magalhães
Uelinton Sampaio
Vera Nice
Guilherme Balsi
Dionatan Azevedo
Raphael Machado
Jonas
Rita de Cassia
Eliomar
Leonardo
Matheus
Vera
Hudson
Jeandersom Evangelista
Natalia de Oliveira
Bruno Veras
Veridiana e Paulo
Cely
Jucileide
Lery Matheus
Alzira
Socorro

E muitos outros... Que me tornaram a pessoa que sou hoje.

Não sei vocês mais adoro este quadro de Salvador Dali

Mais a pergunta, relativo ou não? o que é o tempo!!!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

As Perdas...


Qual é o propósito da vida?

Alguma vez você já pensou que a vida não pode ser simplesmente viver um dia após o outro?
A vida é mais do que isso; muito mais!A sua vida tem um propósito divino.

Deus, o seu Pai Celestial, preparou um plano maravilhoso para que você seja feliz. Quando nos damos conta de que Deus tem um plano para nós, fica mais fácil de entender o motivo de estarmos nesta Terra. Deus quer que todos os filhos progridam e se tornem mais semelhantes a Ele. O tempo que passamos na Terra dá-nos a oportunidade de desenvolver-nos e progredir. Estar aqui permite que você:

Receba um corpo físico.
Utilize o arbítrio para escolher entre o bem e o mal.
Aprenda e ganhe a experiência que o ajudará a tornar-se mais semelhante ao seu Pai Celestial.
Se você seguir o plano de nosso Pai Celestial, poderá voltar a viver com Ele e com os seus entes queridos (e o mesmo acontecerá com todos os filhos do Pai); você terá mais paz nesta vida e alegria eterna na vida futura.

O plano de salvação

Antes de começar sua vida sobre a Terra você viveu com seu Pai Celestial como um de Seus filhos espirituais. Você era feliz ali, mas Deus sabia que você não poderia continuar a progredir até que O deixasse durante algum tempo.
Assim, Ele apresentou Seu plano—o plano de salvação. Ele permitia que você viesse à Terra, onde obteria um corpo físico e teria experiências que o ajudariam a aprender e crescer. O propósito do plano é ajudá-lo a ficar mais semelhante a Ele.

O Pai sabia que enquanto você estivesse na Terra, cometeria erros—todos os cometem. Assim, como parte de Seu plano, Ele providenciou um Salvador, Jesus Cristo, que faria com que fosse possível aos pecados serem perdoados, e a todas as pessoas que aceitassem Seu sacrifício voltarem a viver com o Pai Celestial.

O fato de estar vivendo sobre a Terra indica que você aceitou o plano do Pai Celestial e veio para cá desejando fazer tudo que pudesse para receber tudo que Ele tem a oferecer.

O maravilhoso no plano do Pai Celestial é que, seguindo-o, você não somente poderá voltar a Ele depois de morrer —mas também que pode encontrar paz e felicidade nesta vida.

Esta semana perdemos um membro de nossa Estaca; na segunda foi seu enterro é isso me fez pensar em minha escolhas, e porque estou aqui?

E como podemos apender com uma grande perda?...

É que as vezes parece que tem um muro em nossa frente intransponivel, não compreendemos o plano plenamente, e so lembramos nos momentos mais dificies quando o entendimento nos conforta.

Sabemos que isso acontecera a todos mais nunca nos preparamos, nunca estamos prontos o suficiente para deixar ir embora uma pessoa que amamos; mais sabemos que um dia, um dia, sera nossa vez.

Força Euralia, estamos orando por vc!!!

Um abraço amigos...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A Vida é Luta Sem Quartel.


Quartel é o lugar ou edifício onde se alojam os militares ou tropas das Forças Armadas (Exército). Também é chamado de aquartelamento, caserna.

A nomenclatura provém devida forma quadrada da construção, ou devidas quatro faces que a constituem. Este tipo de construção destinada para a concentração de tropas já era utilizada na antiguidade, alguns historiadores militares fazem também referência à organização ou ordenação em que o "quartel(dai a quarta - parte general)", do e no comando de um oficial - general ou almirante(se o quartel for naval); pois é antiga a organização ou ordem - militar de 4(quatro) em 4(quatro)(melhor e mais coesa organização - militar) ou em até de 6(seis) em 6(seis)(menor organização - militar em coesão militar), isso desde os tempos dos soldados ou marinheiros romanos e antes disso até, nos soldados e marinheiros de Sun Tzu, segundo tratados históricos.

Geralmente os quartéis eram construídos em posição dominante no terreno. Os Castelos da idade média lembram pela sua forma e funcionalidade os quartéis modernos.

Em torno 1671 já Louvois, conselheiro do Rei da França ao codificar os fundamentos organizacionais do exército permanente e profissional, definiu que os militares deveriam se concentrar num local que servisse de ponto de referência, encontro, vigilância, que dominasse o terreno e principalmente de onde poderiam emanar as ordens para as tropas organizada mente. Desta forma, os quartéis deveriam ser dotados de defesas contra ataques externos, e ao mesmo tempo um local seguro em caso de cerco pelo inimigo.

Os primeiros quartéis com funcionalidades organizacionais foram construídos em 1692 por Vauban. Sua forma foi definida quadrada em torno do século XVIII.

No Brasil, os primeiros quartéis foram construídos a partir de 1701.

Esta é a definição que encontrei na Wikipédia. Mais em que nossas vidas se assemelham a um Quartel?

Em muitos aspectos pois, vivemos dentro de uma sociedade que exploram nossos talentos para um fim coletivo, todos servimos para alguma causa, somos todos soldados em alguma circunstância.

Nossa visão se amplia a medida que entendemos nosso proposito em toda essa engrenagem que move o mundo. Em meu período missionário conheci vários indivíduos com personalidades distintas, que me ajudaram a intender melhor meu proposito de motivar ao que parecia perdido.

Então fiz essa analogia se a vida é uma luta sem quartel? o
que posso usar como arma? E como atacar com eficiência meus inimigos?

Infelizmente essa é uma jornada que cada um temos que buscar, pois quem como em um quartel contemporâneo todos recebem o mesmo treinamento, mais o que acertara no alvo sera o que mais treinar.

Gostaria de agradecer meus companheiros que me apoiaram nesse tempo de grande guerra que passei.

Elder D'Angelo - Manaus

Elder Anderson - EUA

Elder Round - EUA

Elder Klegues - Rio Grande do Sul

Elder AllRed - EUA

Elder Barroso - Fortaleza

Elder Cortez - São Paulo

Cosme Junior - Fortaleza

Elder Nielsen - EUA

Elder WoodBury - EUA

Elder Bens - EUA

Elder Nascimento - Acre

Elder Balsi - São Paulo

Elder Porto - Rio Grande do Sul

Elder Webber - EUA

Elder Veras - São Paulo

E todos que estavam me apoiando nesse processo.



quarta-feira, 13 de maio de 2009

Sozinho? espero que não...




Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois

Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho

Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém

Porque você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?

Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora

Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?

Como todos ja sabem adoro essa musica!!!
Então para quem não conhece, coloquei na minha mochila.

Momento Nostalgia!!!



Nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal.

Nostalgia, é um sentimento que surge apartir da sensação de nao poder mais reviver certos momentos da vida.

O interessante sobra a nostalgia, é que ela aumenta ao entrar em contato com sua causa e nao diminui como o sentimento da saudade,exemplo: se alguém sente saudades ou falta de um conhecido, este sentimento cessa ao se reencontrar a pessoa, com a nostalgia é exatamente o oposto, ao reencontrar um amigo que gostava de brincar,este sentimento nostálgico irá se alimentar e não diminuir como a saudade.

Geralmente somos pegos derepente nesses momentos... Do nada, quando estava assistindo à aula hoje de manhã... :-) e ficamos perguntando porque? Sabe sei lá! mais tenho passado esses dias dessa foram.

Mais "eu sei que nada sei" disse uma vez Socrates, e hoje o que mudou? não entendo as pessoas contenporaneas, pois em seu relacionamentos são tão confusas... Amigo? Irmão? ou o grande Amor de Sua Vida... aquela que ira mudar sua eternidade. Enquanto fico perdido no questionamento sem fim, "eu sei que nada sei"? busco respostas para dores de meu coração.

Acho que por hoje é isso ai!!!

Fui do Verbo IR!!!!!

domingo, 10 de maio de 2009

Minha volta!!!

Sei lá, as vezes me sinto um peixe fora da água, mais tenho que me adaptar a nova vida.